Reposição Hormonal Masculina

Atualizado: 15 de fev.




A terapia de reposição hormonal masculina é um assunto cheio de dúvidas e preconceitos por parte da maioria dos homens. Em parte isso se deve ao uso indiscriminado de hormônios esteroides anabolizantes androgênicos, fazendo com que mesmo o uso indicado seja considerado um tabu.

A diminuição da produção do hormônio masculino, a testosterona, pode começar a surgir a partir dos 30 anos de idade, evoluindo de maneira progressiva e sendo mais comum nos homens acima de 50 anos.


Essa diminuição lenta, faz com que por várias vezes passe despercebida, ou considerada algo comum e normal com o envelhecimento criando a falsa ideia de que o homem deve conviver com os sintomas trazidos por essa deficiência hormonal. Estudos recentes também mostraram correlação entre o déficit acentuado de testosterona a casos mais graves de covid-19.


O diagnóstico nem sempre é apenas laboratorial e a clínica do paciente é de extrema importância. Entre os principais sintomas que podem sugerir a terapia de reposição estão: diminuição da libido, dificuldade de manter ereção, falta de concentração, cansaço frequente, perda de pelos pelo corpo, ganho de peso às custas de gordura e dificuldade para manter massa muscular, insônia, entre outros.





Como são sintomas inespecíficos, é necessária a avaliação de um profissional, para saber se realmente a causa é a deficiência hormonal, excluindo outras patologias, como anemias, diabetes, estresse, transtorno de ansiedade, depressão.

Hoje há uma variedade de possibilidades para reposição sendo possível através de gel, adesivos cutâneos, injeções ou implantes hormonais.


Devem ser levadas em conta também as contraindicações para a reposição, entre elas a suspeita ou confirmação de câncer de próstata ou de mama masculina. O uso abusivo e em doses supra fisiológicas pode acarretar problemas de saúde graves, inclusive o aumento do risco cardiovascular.

É importante sempre salientar que um estilo de vida saudável, com uma dieta equilibrada, a prática regular de exercícios físicos(em especial a musculação), uma boa qualidade de sono, podem retardar o surgimento de sintomas relacionados à deficiência hormonal.


Em pacientes com obesidade acentuada também é possível observar uma queda acentuada dos níveis de testosterona, gerando sintomatologia semelhante à de um homem de meia idade ou idoso. Nestes casos, o ideal é tentar estimular a produção natural do hormônio, através de medicações e fitoterápicos associados à perda de perda de peso.


Vale lembrar, que o uso de esteróides anabolizantes para reposição hormonal e tratamento de doenças como sarcopenia (deficiência de massa muscular), osteoporose, anemias, hipogonadismo (deficiência na produção do hormônio sexual) é segura com comprovação científica. Já em relação ao uso dos mesmos hormônios, mas com objetivo estético, é possível e com controle de riscos, porém demanda mais da experiência do profissional, já que não há tantos estudos com esse objetivo.

Caso haja boa indicação e com acompanhamento adequado, os resultados podem transformar a vida do paciente de maneira mais do que satisfatória, melhorando a produtividade, disposição e até mesmo a relação conjugal.


Procure sempre um profissional capacitado, seja Nutrólogo, Endocrinologista, Urologista e que te acolha buscando a melhor opção.






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